ATIVIDADES FORMATIVAS

Todas as atividades são gratuitas. Confira abaixo formas e inscrição e outras informações.


OFICINA: SISTEMA DE SOM E LIVE P.A.

Com o técnico de áudio, compositor e guitarrista Marcos dos Santos (Santos/SP). Atividade proporcionada pelo Festival Fluxxo dentro da Mostra Cênica Resistências.

Noções básicas de áudio, microfones, mesa de P.A. e monitor, mixagem, equalizadores, compressores / limiters, RTA (analizador de espectro), noise gate / expander, crossovers, amplificadores e caixas acústicas. A oficina está dividida em uma parte teórica e outra prática.

Dia 6/2, quarta-feira, 13h às 16h30

Dia 7/2, quinta-feira, 13h às 16h30

Local: Cursinho Alternativo

Inscrições: https://fluxxo.cc/Oficina-Sistema-de-Som-e-Live-P-A

20 vagas. Livre


PAINEL CRÍTICO

Com o ator, diretor, jornalista e pesquisador Rodolfo Lima (São Paulo/SP).

Crítico convidado a provocar a escrita local e o olhar crítico do público para as obras teatrais da programação, Rodolfo Lima irá orientar três pessoas já selecionadas na execução de exercícios críticos diários. As atividades envolvem encontros, visando à construção dos exercícios críticos, e fruição – quando os selecionados assistem aos espetáculos. A ideia é que a partir dessa produção diária, o público acesse os trabalhos assistidos por meio de outros vieses, estimulando novas abordagens e provocando questionamentos. Será possível acompanhar a produção dos exercícios críticos em http://ciacenica.com.br/sit/mostracenica2019/ e no Cursinho Alternativo.

Rodolfo Lima é ator, diretor, jornalista e mestre em “Divulgação Científica e Cultural”, pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo – LABJOR/UNICAMP. Como artista, produz obras teatrais vertendo textos literários para a cena. Trabalhando com autores como Caio Fernando Abreu e Marcelino Freire, resultou respectivamente nas obras: “Réquiem para um rapaz triste” e “Bicha Oca”. Atualmente, pesquisa a relação entre gays e o teatro. Escreve resenhas críticas sobre teatro e cinema desde 2006, parte desse material pode ser conferido em seu blog pessoal http://www.ilusoesnasalaescura.wordpress.com.  

De 6 a 10/2

Inscrições encerradas

3 vagas. 18 anos


DIÁLOGO PÚBLICO: A QUE RESISTIMOS?

Roda de conversa propondo reflexões sobre arte e resistência em suas várias formas, envolvendo concepções, escolhas e práticas de criação, produção, manutenção, circulação, difusão, organização e protagonismo em políticas públicas. Mediação da atriz e bailarina Andrea Capelli.

Dia 7/2, quinta-feira, 9h30 às 11h

Local: Terminal Rodoviário Laudo Natel

Não é necessário fazer inscrição. Livre  


DEBATE SOBRE ESPETÁCULO TEATRAL “ALICE&BALTAZAR OU INDEVASSÁVEL”, DE HOMERO FERREIRA

Com Carmem Gadelha (Rio de Janeiro/RJ)

Debate mediado pela professora Carmem Gadelha, orientadora do projeto escrito e dirigido por Homero Ferreira durante sua graduação em Direção Teatral na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O objetivo da atividade é contextualizar as pretensões da obra e ouvir o público presente.

Dia 7/2, quinta-feira, 22h

Local: Sede Cênica

Não é necessário fazer inscrição. Livre


FALA ABERTA: “O BARROCO COMO ASPECTO DO GROTESCO E DO TRÁGICO”

Com Carmem Gadelha (Rio de Janeiro/RJ)

Nessa atividade, Carmem Gadelha aponta questões sobre a cena contemporânea, a partir da indagação sobre modos de comparecimento do trágico. Com Walter Benjamin, os elementos constitutivos da linguagem barroca operam na dinâmica de um mosaico onde cada parte contém a totalidade, numa tensão entre passado e futuro. Essa tensão configura um presente fora de causalidade e cronologia: o que se apresenta são os confins da vida, da civilização, da razão. O louco e o selvagem são personagens recorrentes. Artaud mostra o processo de desmanche de cronologias onde a cena assume feições alegóricas. Daí os aspectos grotescos e trágicos, fazendo tudo transbordar em desmedida e afrouxando os nós da narrativa teatral.

Carmem Gadelha é professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena – Escola de Comunicação/UFRJ. Autora de “História do teatro brasileiro” (FUNARTE/UFRJ/UERJ, 1996) e de “Corpo, espaço, tempo: indagações sobre poética do teatro” (Rio, Editora Aretê, 2013). Organizou a coletânea de ensaios “Arte: cena crítica” (Rio, Circuito Editora, 2017). É autora de ensaios e artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais.

Dia 8/2, sexta-feira, 10h às 11h30

Local: Cursinho Alternativo

Não é necessário fazer inscrição. Livre


LANÇAMENTO DO LIVRO “A POESIA DO ATOR – O OFÍCIO E A FORMAÇÃO DO INTÉRPRETE SOB UMA PERSPECTIVA ARISTOTÉLICA”, DE DOUGLAS NOVAIS (CAMPINAS/SP)

Publicada pela Giostri Editora, a obra é fruto de um encontro entre um ator e as obras de Aristóteles, um conjunto de meditações sobre o ofício e a formação do ator. O primeiro capítulo, ao tratar da estrutura do conhecimento segundo Aristóteles, assim como sua relação com a formação do ator, lança bases para o capítulo seguinte, o núcleo da obra, que é a leitura dos principais conceitos da Poética, sob o ponto de vista de um ator: Imitação, Arte, Metáfora, Ação e Catarse. Na última parte, apresenta a síntese e a transcendência desse conteúdo, com meditações e elucubrações sobre temas como a busca por estar na realidade, a presença, a percepção e a intuição do ator, a inspiração e o acaso no ato criativo e a natureza da ação dramática.

Dia 8/2, sexta-feira, 20h

Local: Cursinho Alternativo

Não é necessário fazer inscrição. Livre


OFICINA: A POESIA DO ATOR

Com Douglas Novais (Campinas/SP)

A oficina teórica apresenta os princípios de uma investigação sobre o ofício e a formação do ator, tendo como ponto de partida as obras de Aristóteles. Refletindo sobre a estrutura do conhecimento e seu vínculo com a arte dramática, a oficina aborda a natureza do ato criativo e o percurso que se estabelece entre noções como percepção, experiência, intuição, consciência, técnica, inspiração e acaso, na busca por uma ação poética.

Natural de Bebedouro e radicado em Campinas, Douglas Novais é doutor em Artes Cênicas pela Unicamp. Ator, diretor, professor de teatro e gestor cultural. É ator e coordenador do grupo Os Geraldos, fundado em 2008. Na docência, passou pelo Conservatório Carlos Gomes (Campinas), Pós-graduação em Gestão Cultural do Senac-SP e Pós-graduação em Teatro, Dança e Produção cultural da Universidade do Sagrado Coração (Bauru-SP). Desde 2013, é assistente de curadoria do Programa de Qualificação em Artes (Projeto Ademar Guerra) do governo do estado de São Paulo.

Dia 9/2, sábado, 10h às 13h

Local: Cursinho Alternativo

Inscrições meia hora antes no local, por ordem de chegada.

20 vagas. Público-alvo: atores, bailarinos, intérpretes, performers, estudantes e pesquisadores em artes, artistas em geral e interessados a partir de 16 anos. Grátis


EXIBIÇÃO DO VÍDEO-DOCUMENTÁRIO “O TEATRO DE MEMÓRIA DO GRUPO ANDAIME”, SEGUIDO DO DEBATE “O UNIVERSO CAIPIRA E A TRADIÇÃO ORAL”

Com Antonio Chapéu, do Grupo Andaime (Piracicaba/SP)

A atividade compreende a exibição do vídeo-documentário “O Teatro de Memória do Grupo Andaime” e um debate coordenado por Antonio Chapéu (fundador do grupo), apresentando o processo de criação do coletivo. O documentário aborda o processo de criação da peça “Comovento”, com depoimentos do diretor Francisco Medeiros, do dramaturgo Luís Alberto de Abreu e do cenógrafo e figurinista Márcio Medina. A direção do documentário é de Thiago Altafini e foi produzido pela Urgência Filmes. Apresenta a trajetória do Andaime e o universo de pesquisa do grupo, voltado para a cultura local, na perspectiva de cantar a sua aldeia.

Antonio Chapéu é um dos fundadores do grupo Andaime que existe há 33 anos. Coordenou o Setor de Teatro da Universidade Metodista de Piracicaba por 31 anos. É formado em Comunicação Social pela Unimep, com especialização em Arte Educação pela ESALQ/USP. Participou de todas as montagens do Grupo Andaime como ator e/ou diretor. Também é produtor cultural e coordenador do Ponto de Cultura Garapa e da Associação Cultual Arte.

Dia 9/2, sábado, 14h às 16h

Local: Cursinho Alternativo

Não é necessário fazer inscrição. Livre


DIÁLOGO PÚBLICO: RESISTIMOS A QUÊ?

Roda de conversa propondo reflexões sobre a arte e resistência em suas várias formas, envolvendo concepções, escolhas e práticas de criação, produção, manutenção, circulação, difusão, organização e protagonismo em políticas públicas. Mediação da atriz e bailarina Andrea Capelli.

Dia 10/2, domingo, 15h30 às 17h

Local: Ocupação Vila Itália

Não é necessário fazer inscrição. Livre

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