IMPRENSA

Contato: Jornalista Graziela Delalibera | grazidalla@gmail.com

Download de fotos: https://bit.ly/2RfJcnv

Confira abaixo os releases sobre nossa programação:

 


15/02/2019

MOSTRA CÊNICA se consolida como importante espaço de arte e reflexão no interior paulista

Com uma programação diversa e provocativa, pautada pelo tema “Resistências”, a terceira edição da Mostra Cênica, realizada em São José do Rio Preto/SP, consolidou o evento como importante espaço de aproximação entre a arte e o público e de reflexão sobre as urgências da sociedade em tempos de conservadorismo. Encerrada no último domingo (10/2), a mostra atraiu, durante cinco dias de programação, cerca de cinco mil pessoas, em 22 apresentações de teatro, dança, performance e videoinstalações, além de nove atividades formativas e 13 shows musicais em seu bar cultural. O evento ocupou nove pontos da cidade – de teatros a praças e espaços alternativos -, com uma programação totalmente gratuita.
Idealizada pela Cia. Cênica, a Mostra teve sua edição 2019 realizada pela companhia e Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania. O evento contou com patrocínio da Usina Santa Isabel S/A e da Hy-Line do Brasil, por meio da Lei Rouanet; apoio do Sesc Rio Preto, Cursinho Alternativo, Prefeitura de Rio Preto e Mindy Comunicação; e parceria do Programa de Ação Cultural – ProAC Editais e do Prêmio Nelson Seixas.
Participaram do evento artistas, grupos e coletivos de S. J. do Rio Preto e de outras cidades do interior paulista e da Capital, e também dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraná e Rio de Janeiro, totalizando 177 pessoas, entre as quais, atores, diretores e profissionais da área técnica. Assim como na segunda edição, realizada em 2017, a Resistência foi o tema mobilizador da Mostra Cênica – tanto na temática ou estética dos espetáculos, como nos meios de existência e manutenção de artistas, grupos e coletivos, e ainda, em suas formas de criação, produção e difusão artístico-cultural.
Fagner Rodrigues, um dos organizadores, que também fez parte da curadoria da Mostra Cênica, destaca a grande mobilização que o evento provocou na cidade, envolvendo artistas e grupos, equipe de produção, parceiros, voluntários e público. “Desde a edição passada, realizada em 2017, observamos um crescimento significativo da Mostra. E agora, o evento se estabelece como um importante espaço criado por artistas da cidade, com o intuito de refletir sobre a arte e democratizar o acesso à cultura”, diz Rodrigues, que também é diretor da Cia. Cênica.
Um dos espetáculos encenados no domingo, “Miguilim Mutum”, da rio-pretense Companhia Azul Celeste, que em março completa 30 anos de trajetória, emocionou a plateia no último dia da programação da Mostra. A apresentação foi realizada na Ocupação Vila Itália, contando com a participação de moradores, especialmente crianças. Benvindo Nery Pereira, coordenador da ocupação, falou ao público presente depois do espetáculo. “A presença da Mostra é muito importante para a ocupação, porque a arte contribui para a conscientização das pessoas e a melhoria da nossa comunidade”, pontuou, agradecendo à Cia. Cênica e todas as pessoas que trabalharam para levar a Mostra à ocupação.
Concorrendo ao Prêmio Shell 2018 de Melhor Atriz, por sua atuação no espetáculo “Para Não Morrer”, Nena Inoue fez um depoimento contundente ao final de sua apresentação, na quinta-feira (7/2). “Essa mostra sai de um grupo de teatro da cidade com 19 integrantes. Manter um grupo de teatro com essa quantidade de gente é uma resistência, e fazer uma mostra com essa quantidade de público, de gente, nesse momento, é necessário, é urgente. Toda forma de resistência vale a pena, e essa é uma forma bonita e necessária”, declarou a atriz, que é de Curitiba/PR.
“A população marcou presença em toda a programação. Tivemos lotação máxima em praticamente todos os espetáculos em espaços com lugares limitados”, observa Fabiano Amigucci, curador da Mostra e ator da Cia. Cênica, que também integrou a organização. Ele reforça a importância da união de esforços entre os parceiros na realização da Mostra. E também cita a importância do evento para a economia da cidade. A mostra gerou cerca de 100 postos de trabalho temporários, entre diretos e indiretos, e movimentou hotéis e restaurantes.
“A Mostra é feita por um grupo, um grupo que pelo que faz é maior do que a grande maioria das secretarias de cultura dos municípios de nosso país, um exemplo, um alívio, uma esperança”, considera Douglas Novais, ator e coordenador do grupo Os Geraldos, de Campinas/SP. Durante a Mostra Cênica, ele lançou o livro “A poesia do ator – o ofício e a formação do intérprete sob uma perspectiva aristotélica” e conduziu uma oficina sobre o tema. “A Mostra é, no sentido mais explícito, fruto de uma parceria exemplar e frutífera entre grupos, município, estado, federação e entidade privada. Não há como não destacar a notável qualificação que ela propicia aos grupos, pois o centro da formação artística está conectado com a ampliação das possibilidades de exercício artístico”, acrescenta Novais, que também é diretor, professor de teatro e gestor cultural.

Histórico
A Mostra Cênica é um projeto de difusão cultural criado pela Cia. Cênica, companhia teatral fundada em S. J. do Rio Preto em 2007, e sua realização tornou-se bianual. A primeira edição foi realizada em março de 2014 em parceria com o Sesc Rio Preto, com a apresentação de cinco espetáculos do repertório da Cia. Com o tema Resistências, a segunda edição, em 2017, marcou os 10 anos da Cia. Cênica, contando com público de aproximadamente 5,5 mil pessoas em cinco dias. A programação envolveu 22 apresentações, sete atividades formativas e programação musical no bar cultural. A edição 2017 foi realizada junto com o Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Cultura, por meio do ProAC, na modalidade Editais, em parceria com a Prefeitura de Rio Preto, Sesc Rio Preto e Cursinho Alternativo, e com vários apoiadores.
Mais informações no site http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/ e nos perfis @cia.cenica (Facebook) e @ciacenica (Instagram).


08/02/2019

MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS chega à reta final com sete espetáculos em São José do Rio Preto

A programação da MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS chega à sua reta final neste fim de semana, trazendo a São José do Rio Preto/SP espetáculos para todas as idades em quatro pontos da cidade. Entre este sábado (9/2) e domingo (10/2), o público poderá conferir sete espetáculos de teatro, duas videoinstalações, três atividades formativas, além de três apresentações musicais no bar cultural da mostra.
Em sua terceira edição, o evento começou na quarta (6/2), e se encerra neste domingo (10/2), oferecendo um total de 24 apresentações de teatro, dança, performance e artes integradas; nove ações formativas e um bar cultural com 13 shows musicais.
Assim como na segunda edição, realizada em 2017, a RESISTÊNCIA é o tema mobilizador da MOSTRA CÊNICA – seja através das temáticas e estéticas das obras apresentadas; seja pelos meios de existência e manutenção dos artistas, grupos e coletivos, bem como suas formas de criação, produção e difusão e seus posicionamentos diante das urgências da sociedade.
Toda a programação é gratuita e nos espaços com lugares limitados a retirada de ingresso é 1h30 antes, sendo permitida a retirada de dois por pessoa. A programação vai ocupar a Praça das Rosas, Sede Cênica, Cursinho Alternativo e Ocupação Vila Itália.

Sábado
Sábado, às 17h, na Praça das Rosas, o espetáculo “Auto da Paixão e da Alegria”, uma comédia popular da Cia Espelunca de Teatro, de São Carlos, vai levar a plateia ao riso e à reflexão. Cinco saltimbancos narram a história da passagem de Cristo na Terra, acompanhados de música ao vivo. O espetáculo revela uma Jerusalém brasileira na qual o sagrado e o profano são celebrados juntos para investigar na fé e no riso um caminho para a reinvenção do mundo. Na opinião do grupo, o trabalho dialoga com o tema da mostra, ou seja, “Resistências”, por vários motivos. Entre eles, os próprios narradores da história: saltimbancos cômicos com a imaginação potente, que resistem ao tempo e revelam importante função social de recriar e compreender dimensões do mundo atual, como a espiritualidade. “A companhia pesquisa o papel social da comédia como
ferramenta para despertar questionamentos e desconstruir hegemonias. Nesse espetáculo o maior desafio foi construir uma narrativa essencialmente cômica, mas que ao mesmo tempo proporcione reflexões sociais sem tomar um caráter de teatro panfletário”, pontuam os integrantes da Espelunca.
A programação de sábado também conta com o Grupo Andaime Teatro Unimep, de Piracicaba, que tem 33 anos de trajetória. O grupo marca presença na MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS com o espetáculo “As Patacoadas de Cornélio Pires”, que volta o olhar para a magnífica obra de Cornélio Pires, genuinamente paulista, enraizada na figura mais representativa de nossa cultura popular: o caipira. “O grupo foi criado num momento de abertura política, logo após o país ter vivenciado um período de ditadura que perseguiu muitos artistas. O Andaime foi criado como forma de resistência, antes dos editais públicos, quando a arte por si só era um meio de resistir. E o grupo continua resistindo até os dias de hoje. Uma forma que encontramos foi falar de nós mesmos e de nossa cultura. Re-criar a nossa identidade”, diz Antonio Chapéu Silva, ator e fundador do grupo. Será às, 21h30, no espaço Arena, no Cursinho Alternativo.
Ele explica que o registro do olhar do Andaime sobre o universo caipira tem relevância temática, é de interesse público, porque pretende transmitir o espírito desse universo às pessoas, com causos para serem ouvidos e vistos na imaginação do espectador, através da integração entre a narrativa e as sonoridades e a comunhão da prosa com a música.
E a companhia rio-pretense Cia. Bardos de Teatro também se apresenta neste sábado, com o espetáculo “Bartleby”, adaptação da obra de Herman Melville. O trabalho constrói o território absurdo e emblemático de um escrivão, “Bartleby”, com sua trajetória narrada por um advogado, que diante do posicionamento resistente do funcionário vê seu sistema de poder abalado.
O espetáculo “Vereda da Salvação”, resultado de pesquisas do Núcleo de Formação Cênica (Rio Preto) sobre o realismo poético do dramaturgo barretense Jorge Andrade (1922-1984), também compõe a programação de sábado. O texto inspira-se em um fato verídico ocorrido em 1955 em Malacacheta, Minas Gerais, e trata do fanatismo religioso. Uma comunidade de trabalhadores rurais em busca de condições de vida minimamente dignas mergulha no misticismo exacerbado de uma nova crença religiosa que a levará ao caminho da libertação. “O tema da peça se torna urgente quando nos vemos em um cenário social extremista, exclusivista e prioritariamente cristão, onde o controle e a massificação tomam conta. Em meio a isso, o que nos resta é resistir”, pontuam os integrantes do Núcleo.

Domingo
No domingo, às 17h, a MOSTRA CÊNICA vai levar sua programação à Ocupação Vila Itália, com a apresentação do espetáculo “Miguilim Mutum”, da Companhia Azul Celeste, que em março completa 30 anos de existência. Recomendado para todos os públicos, a obra é resultado de uma investigação sobre o universo da obra de Guimarães Rosa, em que a pesquisa fundamenta-se no reconhecimento das relações existentes entre um menino míope e o mundo à sua volta. O trabalho relaciona-se com a natureza de forma real: “A encenação acontece debaixo de uma grande árvore, nos remetendo a uma experiência ancestral de percepção do tempo, do espaço, dos sons, aromas e sensações pertencentes àquele espaço real. Transcende o próprio teatro”, explica a companhia.
Outro destaque de domingo é “Curra – Temperos Sobre Medéia”, do Teatro Contadores de Mentira, de Suzano/SP, uma celebração afro sobre um mito clássico. A apresentação será às 20h30, no Alternativo. Na encenação, o público não é apenas espectador, é convidado para um “outro lugar”. Uma cozinha funciona durante todo o tempo, provocando relações sensoriais, onde a dança, a comida, a música celebram o mito de Medéia. A obra existe há dez anos, já tendo passado por países como Cuba, México, Equador, Peru e Argentina. Por aqui, são mais de 500 apresentações. “Somos um grupo de 23 anos de existência, optando em não migrar para capital. Somos atuadores sociais e militantes. Nosso grupo não está alheio ao que acontece hoje com o Brasil e América Latina. Tudo o que fazemos segue o contra-fluxo do gosto médio. Somos de teatro de grupo. Uma microcultura de muitas resistências. Nossas obras sempre tratam a questão do opressor e oprimidos”, considera o grupo.
A programação conta ainda com o solo “Águas de Encontrar”, com Silvia Suzy, às 19h, na Sede Cênica. Ao adentrar um ambiente deslocado no tempo e no espaço, a plateia é convidada através da arte de narrar histórias à uma reflexão sobre o erotismo, sondando os limites da liberdade, e passando pelas opressões que vivemos. “É um espetáculo totalmente autoral, sem nenhum tipo de subvenção, nem apoio ou patrocínio. Um solo feminino que dialoga com questões feministas abordando o prazer e o direito à liberdade”, diz a criadora e atuadora.
A realização da MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS é da Cia. Cênica, companhia de teatro fundada em 2007 em São José do Rio Preto, e do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania. O patrocínio é da Usina Santa Isabel S/A e da Hy-Line do Brasil, por meio da Lei Rouanet. O evento tem apoio do Sesc Rio Preto, Cursinho Alternativo, Prefeitura de Rio Preto e Mindy Comunicação, e parceria do Programa de Ação Cultural – ProAC Editais e do Prêmio Nelson Seixas.
Mais informações sobre a MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS estão disponíveis no site http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/ e nos perfis @cia.cenica (Facebook) e @ciacenica (Instagram).


07/02/2019

MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS ocupa diversos pontos de Rio Preto nesta sexta, 8

A programação da MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS traz nesta sexta-feira (8/2), a São José do Rio Preto/SP, apresentações de teatro, dança, performance, além de atividades formativas e música no bar cultural. Toda a programação é gratuita. Para espaços com lugares limitados, a retirada de ingressos é 1h30 antes, sendo permitida a retirada de dois por pessoa.
Um dos destaques desta sexta é o espetáculo “Romeu e Julieta”, da Cia. Talagadá, de São Carlos/SP, que por meio do Teatro de Formas Animadas fala de temas tão pertinentes ao momento em que vivemos, como violência, intolerância, preconceito e discriminação em diferentes níveis e situações – “para os quais a arte se faz tão necessária, seja como um artifício de fuga, engajamento político e social, ou, apenas, um modo lúdico de vingar a vida”, pontua a companhia.
Na encenação, em meio ao lixo, tralhas e tudo mais que é descartado pela sociedade, cinco moradores de rua tentam subverter essa situação por meio do universo lúdico, no qual, suas figuras grotescas interpretam a si mesmas, utilizando-se de objetos, instalações, assemblagens, música e performance. Tudo isso para recontar, a seu modo, o clássico “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, cujo fim trágico é de conhecimento de todos, porém, as metáforas dos fatos que antecedem seu desfecho podem ser uma grande surpresa.
“No espetáculo, abordamos vários temas muito discutidos ultimamente, desde a polarização política, até as inúmeras perdas que estamos sofrendo. Tudo isso com o fato de você estar na rua, apresentando seu trabalho, também é um ato político, e colaborando com a democratização da arte”, considera a companhia.
Já o espetáculo “A Fé que Acostumou a Falhar”, do Núcleo Arcênico de Criações, de S. J. Rio Preto, será apresentado às 21h30, no Cursinho ALternativo. O trabalho que propõe investigar os caminhos que a palavra “fé” nos abre, desde seu espectro renovador de alento e resiliência, até as trincheiras do extremismo e da violência contra as divergências e as minorias. “Dentro da pesquisa contínua do Núcleo acerca das possibilidades de inter-relações das linguagens cênicas – sobretudo a dança, teatro e performance – esse projeto surgiu a partir de um incômodo profundo com os processos sistêmicos de castração e censura dos corpos na atualidade”, diz o diretor e idealizador, Alexandre Manchini Jr. “E quando digo corpos não me refiro exatamente à exposição nua destes, mas sim sobre a aniquilação das potencialidades e individualidades de corpos que destoem do status quo da imagem e semelhança com um divino masculino, caucasiano, belo e dominador vigente”, acrescenta. O espetáculo possui um cenário composto por 1.800 unidades de tijolos pó de mico. Ao longo de sua circulação, no ano passado, a obra foi alvo de tentativas de censura.

Mudança
A MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS também conta nesta sexta com a estreia do espetáculo “Alice&Baltazar ou Indevassável”, projeto escrito e dirigido pelo rio-pretense Homero Ferreira para a conclusão de sua graduação em Direção Teatral na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). A peça será apresentada no Teatro Municipal Paulo Moura, às 19h e às 21h, e não mais na Sede Cênica, por motivos técnicos.
O trabalho se inspira na vivência pessoal do autor na busca de um lugar para morar no Rio de Janeiro. Construída em intercâmbio com artistas cariocas, a obra venceu o Prêmio Nelson Seixas 2018. Após a segunda sessão, haverá debate mediado pela professora Carmem Gadelha, orientadora do projeto de Ferreira.

Outras atividades
Nesta sexta, também tem lançamento do livro “A poesia do ator – o ofício e a formação do intérprete sob uma perspectiva aristotélica”, de Douglas Novais, de Campinas. As atividades formativas trazem também a fala aberta: “O barroco como aspecto do grotesco e do trágico”, com a professora Carmem Gadelha (Rio de Janeiro/RJ).

Bar cultural
E a partir das 23h, começa a programação musical no bar cultural, no Cursinho Alternativo, aberto ao público e sem necessidade de retirar ingressos.
Em sua terceira edição, a MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS segue até o domingo, 10/2. Ao todo, são 24 apresentações de teatro, dança, performance e artes integradas; nove ações formativas e 13 shows musicais no bar cultural, em nove pontos da cidade.
A realização da MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS é da Cia. Cênica e do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania. O patrocínio é da Usina Santa Isabel S/A e da Hy-Line do Brasil, por meio da Lei Rouanet. O evento tem apoio do Sesc Rio Preto, Cursinho Alternativo, Prefeitura de Rio Preto e Mindy Comunicação, e parceria do Programa de Ação Cultural – ProAC Editais e do Prêmio Nelson Seixas.
Mais informações sobre a MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS estão disponíveis no site http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/ e nos perfis @cia.cenica (Facebook) e @ciacenica (Instagram).


06/02/2019

Mostra Cênica traz atrações gratuitas para todas as idades nesta quinta, dia 7

A MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS chega ao seu segundo dia nesta quinta (7/2) trazendo espetáculos para todas as idades, ações formativas e muita música, tudo de graça, em São José do rio Preto/SP. Um dos destaques é o espetáculo “Para Não Morrer”, solo da atriz Nena Inoue, do Espaço Cênico, de Curitiba (PR). A peça trata de histórias verídicas da luta mulheres que transformaram o meio e as pessoas. Pela sua atuação, Nena recebeu o prêmio Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz do Estado do Paraná/2017 e está indicada ao Prêmio Shell 2018 na
categoria Melhor Atriz. A apresentação será no palco do Cursinho Alternativo, às 21h30, com retirada de ingressos a partir das 20h. Com dramaturgia do curitibano Francisco Mallmann à partir da obra “Mulheres” do escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015), a encenação concebida por Nena Inoue em parceria de criação com Babaya
Morais, apresenta temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina.

“A peça é sobre opressão, violências, mas também sobre resistências e afetos. É também sobre as mulheres de hoje, do que está adormecido, coisas que precisamos despertar. Vivemos tempos de retrocessos sociais e a consciência histórica e a ação se fazem mais necessárias ainda e este espetáculo é minha forma de militar, meu exercício de resistência. E ele vem tocando distintos públicos, que não somente mulheres, pois seus conteúdos são importantes para todos, nesse momento”, reflete Nena. A obra Mulheres, de Galeano (1940-2015), foi escrito em 1997 e recupera a biografia de várias personagens históricas cuja importância à perspectiva dominante reduziu, deturpou ou simplesmente ignorou. É uma homenagem às mulheres – célebres e anônimas – em especial da América Latina. Uma forma de dar voz às lutas de mulheres que não são vistas nem lembradas: negras, indígenas, guerrilheiras, mães, avós, filhas de diferentes épocas e lugares que foram violentadas, mutiladas, torturadas, assassinadas e esquecidas. E resgata ainda algumas mais conhecidas como
Sherazade, Rosa de Luxemburgo, Josephine Baker, Olga Benário, Maria Bueno e outras.

Teatro Lambe-lambe

Outro destaque desta quinta é a intervenção “Feira de Teatro Lambe-lambe”, do coletivo Teatro de Caixeiros (Ribeirão Preto/SP), que acontece no Terminal Rodoviário, das 11h às 13h. A Feira de Teatro Lambe-lambe é um projeto coletivo de apresentação simultânea de diversas caixas lambe-lambe. Foi idealizada como um ponto de encontro dos integrantes do coletivo Teatro de Caixeiros que realizam uma intervenção onde são apresentadas suas caixas e respectivas histórias em miniatura.

A apresentação funciona da seguinte maneira: em cinco "caixas-teatro", serão apresentadas simultaneamente mini-peças teatrais através da manipulação de miniaturas. Cada caixa atende um espectador por vez – por um dos lados o manipulador encena o espetáculo, pelo outro o
espectador assiste.

O núcleo de pesquisa de teatro lambe-lambe “Teatro de Caixeiros” nasceu em 2012 como um centro de estudos, pesquisas e difusão do Teatro Lambe-lambe em Ribeirão Preto e região, apoiado e incentivado pela Cia. A DitaCuja. Tem como objetivo a pesquisa dessa linguagem genuinamente brasileira de teatro de animação, e integra-se a uma rede de grupos que atua na difusão do Teatro Lambe-lambe em toda a América latina.

A partir de estudos e pesquisas sobre o universo da manipulação de bonecos em miniatura, o grupo tornou-se pioneiro do Teatro Lambe-lambe na região de Ribeirão Preto e estreou em 2012 sua primeira intervenção dentro desta estética, “Viajantes”. Em 2017 estreia a “Feira de Teatro Lambe-lambe”, um projeto coletivo de diversas caixas
apresentadas simultaneamente.

Estreia

A MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS também conta nesta quinta com a estreia do espetáculo “Alice&Baltazar ou Indevassável”, projeto escrito e dirigido pelo rio-pretense Homero Ferreira para a conclusão de sua
graduação em Direção Teatral na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O trabalho se inspira na vivência pessoal do autor na busca de um lugar para morar no Rio de Janeiro. Construída em intercâmbio com artistas cariocas, a obra venceu o Prêmio Nelson Seixas 2018 e terá quatro apresentações dentro da mostra, na Sede Cênica, nesta quinta e sexta, às 19h e às 21h. E hoje, após a segunda sessão, haverá debate mediado pela professora Carmem Gadelha, orientadora do projeto de Ferreira.

A realização da MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS é da Cia. Cênica e do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania. O patrocínio é da Usina Santa Isabel S/A e da Hy-Line do Brasil, por meio da Lei Rouanet. O evento tem apoio do Sesc Rio Preto, Cursinho Alternativo, Prefeitura de Rio Preto e Mindy Comunicação, e parceria do Programa de Ação Cultural – ProAC Editais e do Prêmio Nelson Seixas.

Festival Fluxxo na MOSTRA CÊNICA

A programação da MOSTRA CÊNICA desta quinta também vai contar com o Festival Fluxxo, evento itinerante de música independente viabilizado pelo ProAC Editais, com a participação de bandas e artistas do estado de São Paulo com trabalhos autorais. A proposta é proporcionar aos participantes uma experiência de circulação estadual, com apresentações e capacitações. O evento acontece no bar cultural da mostra, no Cursinho Alternativo, a partir da meia-noite. Antes do festival, terá apresentação da banda rio-pretense Psicodelia Nordestina, com o show Coração Selvagem, a partirdas 23h.

No Fluxxo, vão se apresentar Judas no Deserto (Santana de Parnaíba), Obinrin Trio (São Paulo), Suco de Lúcuma (São Paulo) e Sujeito Coletivo (São Paulo) e a rapper Meire D’Origem (São José dos Campos). Cada participante fará uma apresentação de 30 minutos. Abaixo, mais informações sobre as bandas do Festival Fluxxo.

Judas no Deserto
Criada em 2018, na cidade de Santana de Parnaíba, a banda Judas no Deserto apresenta uma sonoridade com batidas eletrônicas inspiradas em ritmos brasileiros e nas vertentes da black music, sem perder a organicidade e a preocupação com os timbres e riffs de guitarra apresentados. Sua musicalidade é pop contemporânea, porém, preservando a ligação com as influências que vêm de distintos lugares e períodos da música mundial. A banda é composta por Agnaldo Moreno (voz), Rafael Juruna (teclado/drum machine) e Joabe Cavalcante (guitarra). O projeto exibe composições autorais, com letras inspiradas nos problemas e relações sócio-culturais presentes no cotidiano e também em questões pessoais.

Meire D’Origem
Mestra de Cerimônia, rapper, militante no Movimento Cultural Hip Hop desde 2001, Meire D’Origem é natural de São José dos Campos. Participou de grupos como Zona Sul MC’s, A Oposição, entre outros. É oficineira e arte educadora, promovendo oficinas de poesia e conhecimento. Em sua carreira, já participou de várias cyphers, (reunião de MCs apresentando rimas inéditas e elaboradas com um DJ acompanhando) e teve várias parcerias musicais com nomes representativos do hip hop. Integrante da dupla D’Origem, mantém paralelamente seu trabalho solo. Em dezembro de 2017, lançou “A Profecia”, primeiro trabalho solo, pensado e idealizado por ela, música que compõe o seu primeiro álbum solo, que possivelmente chegará às ruas em 2019.

Obinrin Trio
Formando pelas gêmeas Raíssa e Lana Lopes e por Elis Menezes, Obinrin é ao mesmo tempo a força embativa e a doçura que nasce delas. Elas apenas são: música. Obinrin é sinônimo de feminino em yorubá, e toda essa potência criadora se traduz em sua música. As gêmeas viram Elis Menezes tocando no carnaval de 2016 e, sem perceber, já começaram a improvisar e trocar musicalmente pelas calçadas. A banda veio de um susto, escolheram o nome no mesmo dia em que fizeram sua primeira música juntas e no dia seguinte estavam fazendo seu primeiro show.
Suas vozes harmonizam o amor, mas também o grito de revolta que dão por muitas outras. Sua vitamina de sons arrepia a pele permanentemente. Com mais de 185 mil visualizações no YouTube, Obinrin Trio tem como
principais apresentações: Palco novas rotações – Sesc Santana; Festival Sonora; 4º Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais de São Paulo Estrella Galicia – Estação Rio Verde; Festival Periferia Trans; Centros Culturais e Casas de
Culturas.

Suco de Lúcuma
Com influências do rock, do hip hop, da neo soul e até mesmo da literatura beatnik, Suco de Lúcuma resume-se a uma forte combinação de psicodelia e groove. Formado em 2017, o quarteto paulista também guarda em sua bagagem um pouco do surrealismo latino-americano, trazido pelo peruano Bechet Poma (guitarra e voz), além da conexão telepática dos irmãos Felipe e Vicente Pizzutiello (baixo e bateria, respectivamente) e a veia melódica de Thom Bonatto (guitarra e voz). Suco de Lúcuma apresenta uma sonoridade contemporânea, permeada de intensas narrativas, texturas sonoras inusitadas e muita dinâmica, como foi antecipado no single de estreia, “Ausência”, aclamado pelo público e pela crítica especializada na cena indie. Atualmente, a banda se prepara para o lançamento das 14 faixas de seu primeiro álbum, produzido por Bechet e Thom, que estará disponível no primeiro semestre de 2019

Sujeito Coletivo
André Bof e Piobeatz (Gabriel Piotto) são os operários que mantém o Sujeito Coletivo na atividade. Representantes do extremo norte de São Paulo, eles estão dando início a mais uma jornada. O primeiro trabalho deles é completamente independente e autoral. Denominado “Sujeito Coletivo”, percorre caminhos distintos. Repleto de referências dos diversos estilos de rap, com letras politizadas e ácidas, ao mesmo tempo irônicas e sarcásticas, juntas a uma pegada ritmada e melódica que vai do Boom Bap, passando pelo acidjazz, reggae music, até o trap, a caminhada pessoal dos seus membros na cidade cinza de São Paulo. Numa mistura de crítica social com reflexão íntima sobre os descaminhos e caminhos da nova cena do Rap, este trabalho propõe uma viagem sobre a transformação que o rap pode provocar no espírito dos indivíduos e dos grupos. Daí o nome do EP, uma referência a urgente necessidade de voltar as raízes coletivas do rap, para que ele possa voltar a ser perigoso a quem merece e libertador a quem precisa. O MC e o beatmaker representam o Jardim Filhos da Terra, quebrada do extremo norte de SP, e São Bernardo, respectivamente.

Mais informações sobre a MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS estão disponíveis no site http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/ e nos perfis @cia.cenica (Facebook) e @ciacenica (Instagram).


05/02/2019

MOSTRA CÊNICA ocupa São José do Rio Preto com intensa programação cultural gratuita

Com intensa programação cultural gratuita para todos os públicos, começa nesta quarta-feira (6/2) e segue até domingo (10/2), em São José do Rio Preto/SP, a MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS. Em sua terceira edição, o evento une arte e resistência, oferecendo 24 apresentações de teatro, dança, performance e artes integradas em oito pontos da cidade, além de nove ações formativas e um bar cultural que será palco de 13 shows musicais.

O Teatro do Sesc receberá o espetáculo de abertura, o premiado “A Invenção do Nordeste”, do Grupo Carmin, de Natal (RN), às 20h, com retirada de ingressos meia hora antes. Grupo de teatro pautado pela pesquisa de temas que possam colaborar para a discussão das grandes questões sociais, com “A Invenção do Nordeste”, o Carmin trata, de modo leve e crítico, da construção histórica da imagem estereotipada do Nordeste e do (a) nordestino (a). A peça é inspirada no livro homônimo do historiador Durval Muniz de Albuquerque Jr, e nasceu a partir de inquietações da atriz Quitéria Kelly, que faz sua estreia na direção, diante de uma série de reações xenófobas contra os nordestinos durante as eleições presidenciais de 2014.

O espetáculo venceu a categoria Melhor Espetáculo do Prêmio Cesgranrio de Teatro e do Prêmio Cenym. Além disso, concorre ao Prêmio Shell de 2018 em duas categorias, Autoria e Direção, e ao Prêmio Botequim
Cultural, em Melhor Espetáculo, Direção e Dramaturgia. Assim como na segunda edição, realizada em 2017, a RESISTÊNCIA será o tema mobilizador da MOSTRA CÊNICA – seja através das temáticas e estéticas das obras apresentadas; seja pelos meios de existência e manutenção dos artistas, grupos e coletivos, bem como suas formas de
criação, produção e difusão e seus posicionamentos diante das urgências da sociedade.

Fabiano Amigucci, ator da Cia. Cênica e um dos organizadores, considera que a arte e a resistência estão interligadas, especialmente no teatro, e isso se reflete na programação da mostra. “Muitos espetáculos discutem questões urgentes da sociedade e, além disso, a resistência vai além das obras em si, está presente no próprio processo de criação e no posicionamento do artista diante do mundo. A resistência é o que move a arte”, diz ele, que fez parte da curadoria. “Pensar uma mostra como essa já é resistir, e todo o tecer deste projeto se faz com resistências e por pessoas, grupos e instituições que resistem”, pontua a atriz e bailarina Andrea Capelli, que integrou a curadoria ao lado de Amigucci e de Fagner Rodrigues, diretor da Cia. Cênica e também um dos organizadores.

Além do Teatro do Sesc, a MOSTRA CÊNICA vai ocupar os seguintes locais: Cursinho Alternativo, Instituto As Valquírias, Ocupação Vila Itália, Praça das Rosas, Praça Dom José Marcondes, Sede Cênica e Terminal
Rodoviário. Os ingressos para as apresentações em locais com lugares limitados (caso do Palco do Cursinho Alternativo e Sede Cênica) devem ser retirados 1h30 antes. Em espaços alternativos e áreas públicas (Arena do
Cursinho Alternativo, Instituto As Valquírias, Ocupação Vila Itália, Praça das Rosas, Praça Dom José Marcondes e Terminal Rodoviário), não será necessário retirar ingressos.

Outras três apresentações vão marcar o primeiro dia da Mostra, nesta quarta. Às 17h, a Praça Dom José Marcondes vai receber o espetáculo “Imprudências Poéticas”, da Cia. dos Pés (São José do Rio Preto/SP), inspirado na obra do escritor moçambicano Mia Couto. O trabalho é uma interferência poética, em que a dança serve de palavras para questionar muros construídos em função de medos criados pelo ser humano. Às 21h, no Cursinho Alternativo, o público poderá conferir a videoinstalação “Abismo”, de Jef Telles/Agrupamento Núcleo 2 (São José
do Rio Preto/SP), obra de cinema expandido que interage com o espectador por meio de um mecanismo interativo. No mesmo local, às 22h, a jovem Cia. Quadro Negro (Ribeirão Preto/SP) apresentará “Húmus: Corpos Invisíveis”. O trabalho aborda de forma didática como se estrutura o racismo na sociedade brasileira. O texto é uma criação coletiva, em que os artistas enfocam temas e fragmentos da própria resistência cotidiana.

O Alternativo também será palco do bar cultural do evento, que funcionará como ponto de encontro e diariamente contará com programação musical, a partir das 23h, aberto ao público e sem necessidade de retirar ingressos. Nesta quarta, quem se apresenta é o trio JEZ (formado por Jaqueline Cardoso, Elis Ribeiro e Zu Laiê), com o show
“Elas Cantam Elas”. Depois, entra em cena Jeff Santanielo, com o projeto Fake MixTape, apresentando a playlist Saravenses.

A realização da MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS é da Cia. Cênica e do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania. O patrocínio é da Usina Santa Isabel S/A e da Hy-Line do Brasil, por meio da Lei Rouanet. O evento tem apoio do Sesc Rio Preto, Cursinho Alternativo, Prefeitura de Rio Preto e Mindy Comunicação, e parceria do Programa de Ação Cultural – ProAC Editais e do Prêmio Nelson Seixas.

Atividades formativas

A oficina Sistema de Som e Live P.A. vai abrir as ações formativas, nesta quarta, às 13h, no Alternativo. A atividade é proporcionada pelo Festival Fluxxo, evento itinerante de música independente que em São José do Rio Preto acontece dentro da programação da MOSTRA CÊNICA. São 20 vagas e as inscrições pelo link https://fluxxo.cc/Oficina-Sistema-de-Som-e-Live-P-A.

As demais formativas não necessitam de inscrição antecipada. Na quarta, também acontece o primeiro encontro do Painel Crítico, em que os participantes vão produzir exercícios críticos sobre os espetáculos, disponibilizados em http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/ e em versão impressa no Cursinho Alternativo.
Para conferir mais informações sobre a MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS,
basta acessar o http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/.


30/01/2019

MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS traz nove ações formativas gratuitas

Realizada de 6 a 10 de fevereiro, em Rio Preto, a Mostra Cênica Resistências chega à sua terceira edição em 2019, oferecendo apresentações gratuitas de teatro, dança, performance e artes visuais, com grupos e artistas locais e de outras cidades do interior paulista e também da Capital e outros Estados.
Toda a programação será gratuita e, além dos espetáculos, o evento irá oferecer nove atividades formativas, promovendo a aproximação e provocando reflexões entre público, artistas, pesquisadores, companhias e coletivos. Oficinas, lançamento de livro, exercícios críticos, rodas de conversa, debates e exibição de um vídeo-documentário vão acontecer em diversos pontos da cidade, inclusive em espaços alternativos, como a Ocupação da Vila Itália e a Praça Rui Barbosa.
A realização da Mostra Cênica Resistências é da Cia. Cênica e do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério da Cidadania. O patrocínio é da Usina Santa Isabel S/A e da Hy-Line do Brasil, por meio da Lei Rouanet. O evento tem apoio do Sesc Rio Preto, Cursinho Alternativo, Prefeitura de Rio Preto e Mindy Comunicação.
Entre os destaques das atividades formativas está o “Painel Crítico”, ação a ser conduzida pelo ator, diretor, jornalista e pesquisador Rodolfo Lima, de São Paulo/SP. Crítico convidado a provocar a escrita local e o olhar crítico do público para as obras teatrais da programação, ele irá orientar três pessoas já selecionadas na execução de exercícios críticos diários. As atividades envolvem encontros, visando à construção dos exercícios críticos, e fruição – quando os selecionados assistem aos espetáculos da programação. A ideia é que a partir dessa produção diária, o público acesse os trabalhos assistidos por meio de outros vieses, estimulando novas abordagens e provocando questionamentos.
Foram escolhidos para o Painel Crítico, a partir da análise do currículo e de um texto crítico enviado no ato da inscrição, as seguintes pessoas: Harlen Félix do Nascimento, Luciana Cristina Furtado Fontes e Waldemar Rodrigues Pereira Filho. Cada participante receberá ajuda de custo no valor de R$ 500.
Ator e coordenador do grupo Os Geraldos, fundado em 2008, em Campinas, Douglas Novais, que também é diretor, professor de teatro e gestor cultural, irá conduzir outras duas ações na programação das formativas da Mostra Cênica. Ele lançará seu livro “A poesia do ator – O ofício e a formação do intérprete sob uma perspectiva aristotélica” (Giostri Editora) e promoverá uma oficina sobre o tema.
Outro destaque entre as formativas é a oficina “Sistema de Som e Live P.A.”, com o músico Marcos dos Santos, resultado de uma parceria da Mostra com o Festival Fluxxo (viabilizado pelo ProAC Editais).
A Mostra Cênica também contará com um bar cultural que vai funcionar como ponto de encontro todas as noites, com shows musicais.
Mais informações estão disponíveis no site: http://ciacenica.com.br/sit/mostracenica2019/ e no Facebook: https://www.facebook.com/cia.cenica/.

PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES FORMATIVAS:

OFICINA: SISTEMA DE SOM E LIVE P.A.
Com o técnico de áudio, compositor e guitarrista Marcos dos Santos (Santos/SP). Atividade proporcionada pelo Festival Fluxxo dentro da Mostra Cênica Resistências.
Noções básicas de áudio, microfones, mesa de P.A. e monitor, mixagem, equalizadores, compressores / limiters, RTA (analisador de espectro), noise gate / expander, crossovers, amplificadores e caixas acústicas.
Teoria – Dia 6/2, quarta-feira, 13h às 16h30.
Prática – Dia 7/2, quinta-feira, 13h às 16h30.
Cursinho Alternativo.
Inscrições: https://fluxxo.cc/Oficina-Sistema-de-Som-e-Live-P-A
20 vagas. Livre. Grátis.

PAINEL CRÍTICO
Com o ator, diretor, jornalista e pesquisador Rodolfo Lima (São Paulo/SP).
Crítico convidado a provocar a escrita local e o olhar crítico do público para as obras teatrais da programação, Rodolfo Lima irá orientar três pessoas já selecionadas na execução de exercícios críticos diários. As atividades envolvem encontros, visando à construção dos exercícios críticos, e fruição – quando os selecionados assistem aos espetáculos. A ideia é que a partir dessa produção diária, o público acesse os trabalhos assistidos por meio de outros vieses, estimulando novas abordagens e provocando questionamentos.
Será possível acompanhar a produção dos exercícios críticos pelo http://ciacenica.com.br/sit/mostracenica2019/ e no Cursinho Alternativo.
Currículo: Rodolfo Lima é ator, diretor, jornalista e mestre em “Divulgação Científica e Cultural”, pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo – LABJOR/UNICAMP. Como artista, produz obras teatrais vertendo textos literários para a cena. Trabalhando com autores como Caio Fernando Abreu e Marcelino Freire, resultou respectivamente nas obras: “Réquiem para um rapaz triste” e “Bicha Oca”. Atualmente, pesquisa a relação entre gays e o teatro. Escreve resenhas críticas sobre teatro e cinema desde 2006, parte desse material pode ser conferido em seu blog pessoal http://www.ilusoesnasalaescura.wordpress.com.
De 6 a 10/2. Horários definidos entre os participantes.
Inscrições encerradas.
3 vagas. 18 anos. Grátis.

DIÁLOGO PÚBLICO: A QUE RESISTIMOS?
Roda de conversa propondo reflexões sobre a arte e resistência em suas várias formas, envolvendo concepções, escolhas e práticas de criação, produção, manutenção, circulação, difusão, organização e protagonismo em políticas públicas. Mediação da atriz e bailarina Andrea Capelli.
Dia 7/2, quinta-feira, 9h30 às 11h.
Praça Rui Barbosa (ao lado da Base Móvel da GCM).
Não é necessário fazer inscrição. Livre. Grátis.

DEBATE SOBRE ESPETÁCULO TEATRAL “ALICE&BALTAZAR OU INDEVASSÁVEL”, DE HOMERO FERREIRA
Com Carmem Gadelha (Rio de Janeiro/RJ)
Debate mediado pela professora Carmem Gadelha, orientadora do projeto escrito e dirigido por Homero Ferreira durante sua graduação em Direção Teatral na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O objetivo da atividade é contextualizar as pretensões da obra e ouvir o público presente.
Dia 7/2, quinta-feira, 22h.
Sede da Cia. Cênica.
Não é necessário fazer inscrição. Livre. Grátis.

FALA ABERTA: “O BARROCO COMO ASPECTO DO GROTESCO E DO TRÁGICO”
Com Carmem Gadelha (Rio de Janeiro/RJ)
Nessa atividade, Carmem Gadelha aponta questões sobre a cena contemporânea, a partir da indagação sobre modos de comparecimento do trágico. Com Walter Benjamin, os elementos constitutivos da linguagem barroca operam na dinâmica de um mosaico onde cada parte contém a totalidade, numa tensão entre passado e futuro. Essa tensão configura um presente fora de causalidade e cronologia: o que se apresenta são os confins da vida, da civilização, da razão. O louco e o selvagem são personagens recorrentes. Artaud mostra o processo de desmanche de cronologias onde a cena assume feições alegóricas. Daí os aspectos grotescos e trágicos, fazendo tudo transbordar em desmedida e afrouxando os nós da narrativa teatral.
Currículo: Carmem Gadelha é professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena – Escola de Comunicação/UFRJ. Autora de “História do teatro brasileiro” (FUNARTE/UFRJ/UERJ, 1996) e de “Corpo, espaço, tempo: indagações sobre poética do teatro” (Rio, Editora Aretê, 2013). Organizou a coletânea de ensaios “Arte: cena crítica” (Rio, Circuito Editora, 2017). É autora de ensaios e artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais.
Dia 8/2, sexta-feira, 10h às 11h30.
Cursinho Alternativo.
Não é necessário fazer inscrição. Livre. Grátis.

LANÇAMENTO DO LIVRO “A POESIA DO ATOR – O OFÍCIO E A FORMAÇÃO DO INTÉRPRETE SOB UMA PERSPECTIVA ARISTOTÉLICA”, DE DOUGLAS NOVAIS (CAMPINAS/SP)
Publicada pela Giostri Editora, a obra é fruto de um encontro entre um ator e as obras de Aristóteles, um conjunto de meditações sobre o ofício e a formação do ator. O primeiro capítulo, ao tratar da estrutura do conhecimento segundo Aristóteles, assim como sua relação com a formação do ator, lança bases para o capítulo seguinte, o núcleo da obra, que é a leitura dos principais conceitos da Poética, sob o ponto de vista de um ator: Imitação, Arte, Metáfora, Ação e Catarse. Na última parte, apresenta a síntese e a transcendência desse conteúdo, com meditações e elucubrações sobre temas como a busca por estar na realidade, a presença, a percepção e a intuição do ator, a inspiração e o acaso no ato criativo e a natureza da ação dramática.
Currículo: Natural de Bebedouro e radicado em Campinas, Douglas Novais é doutor em Artes Cênicas pela Unicamp. Ator, diretor, professor de teatro e gestor cultural. É ator e coordenador do grupo Os Geraldos, fundado em 2008. Na docência, passou pelo Conservatório Carlos Gomes (Campinas), Pós-graduação em Gestão Cultural do Senac-SP e Pós-graduação em Teatro, Dança e Produção cultural da Universidade do Sagrado Coração (Bauru-SP). Desde 2013, é assistente de curadoria do Programa de Qualificação em Artes (Projeto Ademar Guerra) do governo do estado de São Paulo.
Dia 8/2, sexta-feira, 20h.
Cursinho Alternativo
Não é necessário fazer inscrição. Livre. Grátis.

OFICINA: A POESIA DO ATOR
Com Douglas Novais (Campinas/SP)
A oficina teórica apresenta os princípios de uma investigação sobre o ofício e a formação do ator, tendo como ponto de partida as obras de Aristóteles. Refletindo sobre a estrutura do conhecimento e seu vínculo com a arte dramática, a oficina aborda a natureza do ato criativo e o percurso que se estabelece entre noções como percepção, experiência, intuição, consciência, técnica, inspiração e acaso, na busca por uma ação poética
Dia 9/2, sábado, 10h às 13h
Cursinho Alternativo
Inscrições meia hora antes no local, por ordem de chegada.
20 vagas. Público-alvo: atores, bailarinos, intérpretes, performers, estudantes e pesquisadores em artes, artistas em geral e interessados a partir de 16 anos. Grátis.

EXIBIÇÃO DO VÍDEO-DOCUMENTÁRIO “O TEATRO DE MEMÓRIA DO GRUPO ANDAIME”, SEGUIDO DO DEBATE “O UNIVERSO CAIPIRA E A TRADIÇÃO ORAL”
Com Antonio Chapéu, do Grupo Andaime (Piracicaba/SP)
A atividade compreende a exibição do vídeo-documentário “O Teatro de Memória do Grupo Andaime” e um debate coordenado por Antonio Chapéu (fundador do grupo), apresentando o processo de criação do coletivo. O documentário aborda o processo de criação da peça “Comovento”, com depoimentos do diretor Francisco Medeiros, do dramaturgo Luís Alberto de Abreu e do cenógrafo e figurinista Márcio Medina. A direção do documentário é de Thiago Altafini e foi produzido pela Urgência Filmes. Apresenta a trajetória do Andaime e o universo de pesquisa do grupo, voltado para a cultura local, na perspectiva de cantar a sua aldeia.
Currículo: Antonio Chapéu é um dos fundadores do grupo Andaime que existe há 33 anos. Coordenou o Setor de Teatro da Universidade Metodista de Piracicaba por 31 anos. É formado em Comunicação Social pela Unimep, com especialização em Arte Educação pela ESALQ/USP. Participou de todas as montagens do Grupo Andaime como ator e/ou diretor. Também é produtor cultural e coordenador do Ponto de Cultura Garapa e da Associação Cultual Arte.
Dia 9/2, sábado, 14h às 16h
Cursinho Alternativo
Não é necessário fazer inscrição. Livre. Grátis.

DIÁLOGO PÚBLICO: RESISTIMOS A QUÊ?
Roda de conversa propondo reflexões sobre a arte e resistência em suas várias formas, envolvendo concepções, escolhas e práticas de criação, produção, manutenção, circulação, difusão, organização e protagonismo em políticas públicas. Mediação da atriz e bailarina Andrea Capelli.
Ocupação Vila Itália
Dia 10/2, domingo, 15h30 às 17h
Não é necessário fazer inscrição. Livre. Grátis.


28/01/2019

MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS promove cinco dias de programação cultural gratuita

Arte e resistência se encontram na programação da MOSTRA CÊNICA, que chega à sua terceira edição no período de 6 a 10 de fevereiro de 2019, em São José do Rio Preto/SP. O público poderá conferir 21 trabalhos artísticos, nas áreas de teatro, dança, performance e artes integradas. As obras dividem-se entre nove espetáculos concebidos para palco, oito de rua ou espaços alternativos, três videoinstalações e uma intervenção performática, em um total de 24 apresentações.

Toda a programação é gratuita e aberta ao público, com atividades para todas as idades, que vão ocupar oito pontos diferentes da cidade: Cursinho Alternativo, Instituto As Valquírias, Ocupação Vila Itália, Praça das Rosas, Praça Dom José Marcondes, Sede Cênica, Teatro do Sesc Rio Preto e Terminal Rodoviário.

Assim como na segunda edição, em 2017, a RESISTÊNCIA será o tema mobilizador da MOSTRA CÊNICA – seja através das temáticas e estéticas das obras apresentadas; seja pelos meios de existência e manutenção dos artistas, grupos e coletivos, bem como suas formas de criação, produção e difusão e seus posicionamentos diante das urgências da sociedade. O evento também irá oferecer nove atividades formativas e contará com um bar cultural que vai funcionar como ponto de encontro todas as noites, com 13 apresentações musicais.

Grupo de teatro pautado pela pesquisa de temas que possam colaborar para a discussão das grandes questões sociais, o Carmin, de Natal/RN, abrirá a mostra com seu mais novo espetáculo, “A Invenção do Nordeste”, inspirado no livro homônimo do historiador Durval Muniz de Albuquerque Jr. A peça nasceu a partir de inquietações da atriz Quitéria Kelly, que faz sua estreia na direção, diante de uma série de reações xenófobas contra os nordestinos durante as eleições presidenciais de 2014. O trabalho venceu a categoria Melhor Espetáculo do Prêmio Cesgranrio de Teatro e do Prêmio Cenym. Além disso, concorre ao Prêmio Shell de 2018 em duas categorias, Autoria e Direção, e ao Prêmio Botequim Cultural, em Melhor Espetáculo, Direção e Dramaturgia. A apresentação será no Teatro do Sesc
Rio Preto, às 20h, com retirada de ingressos meia hora antes.

Outro destaque da programação é o espetáculo “Para Não Morrer”, solo da atriz curitibana Nena Inoue, com dramaturgia de Francisco Mallmann, a partir da obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano. A obra traz à cena histórias reais que abordam temáticas femininas e feministas atreladas a questões políticas, especialmente da América Latina. Pelo trabalho, Nena Inoue, do Espaço Cênico, artista que em 2018 completou 40 anos de trajetória, recebeu o Prêmio Governador do Estado do Paraná/Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz 2017 e está indicada aos Prêmios Botequim Cultural e Shell de Melhor Atriz de 2018. A apresentação será no Cursinho Alternativo.

A MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS também contará com a estreia do espetáculo “Alice&Baltazar ou Indevassável”, projeto escrito e dirigido pelo rio-pretense Homero Ferreira para a conclusão de sua graduação em
Direção Teatral na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O trabalho se inspira na vivência pessoal do autor na busca de um lugar para morar no Rio de Janeiro. Construída em intercâmbio com artistas cariocas, a obra venceu o Prêmio Nelson Seixas 2018 e terá quatro apresentações dentro da mostra, na Sede Cênica.

A realização da MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS é da Cia. Cênica e do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania. O patrocínio é da Usina Santa Isabel S/A e da Hy-Line do Brasil, por meio da Lei Rouanet. O evento tem apoio do Sesc Rio Preto, Cursinho Alternativo, Prefeitura de Rio Preto e Mindy Comunicação, e parceria do Programa de Ação Cultural – ProAC Editais e do Prêmio Nelson Seixas. “Pensar uma mostra como essa já é resistir, e todo o tecer deste projeto se faz com resistências e por pessoas, grupos e instituições que resistem”, pontua a atriz e bailarina Andrea Capelli, que integrou a comissão de seleção ao lado de Fabiano Amigucci, ator da Cia. Cênica, e Fagner Rodrigues, diretor da companhia. Amigucci considera que a arte e a resistência estão interligadas, especialmente no teatro, e isso se reflete na programação da MOSTRA CÊNICA. “Muitos espetáculos discutem questões urgentes da sociedade e, além disso, a resistência vai além das obras em si, está presente no próprio processo de criação e no posicionamento do artista diante do mundo. A resistência é o que move a arte”, diz ele.

Ingressos

Para os espetáculos apresentados no Palco do Alternativo e na Sede Cênica, a retirada de ingressos será 1h30 antes das apresentações. Em espaços alternativos e áreas públicas (Arena do Cursinho Alternativo, Instituto As Valquírias, Ocupação Vila Itália, Praça das Rosas, Praça Dom José Marcondes e Terminal Rodoviário), não será necessário retirar ingressos.

Atividades formativas
As atividades formativas vão promover a aproximação e provocar reflexões entre público, artistas, pesquisadores, companhias e coletivos. Oficinas, lançamento de livro, diálogos públicos, debates, entre outras ações, vão acontecer em diferentes espaços.

No “Painel Crítico”, coordenado pelo ator, diretor, jornalista e pesquisador Rodolfo Lima, de São Paulo, três pessoas já selecionadas receberão orientação na execução de exercícios críticos diários. Os textos serão disponibilizados no http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/ e em versão impressa no Cursinho Alternativo. Foram escolhidos, a partir da análise do currículo e de um texto crítico enviado na inscrição: Harlen Félix do Nascimento, Luciana Cristina Furtado Fontes e Waldemar Rodrigues Pereira Filho.

Bar cultural
O bar cultural da MOSTRA CÊNICA irá funcionar todas as noites, a partir das 23h, no Cursinho Alternativo. Haverá shows do projeto JEZ, formado por Jaqueline Cardoso, Elis Ribeiro e Zu Laiê; da banda Coração Selvagem; da Griots África Brasil e da Dona Encrenca. Em três noites, Jeff Santanielo apresentará seu projeto Fake MixTape após os shows. No dia 7, quinta-feira, o bar cultural também será palco do Festival Fluxxo, evento itinerante de música independente viabilizado pelo ProAC. Vão se apresentar os grupos Judas no Deserto (Santana de Parnaíba), Obinrin Trio (São Paulo), Suco de Lúcuma (São Paulo) e Sujeito Coletivo (São Paulo), além da rapper Meire D’Origem (São José dos Campos).

Histórico
Realizada pela primeira vez em março de 2014, a MOSTRA CÊNICA é um projeto de difusão criado pela Cia. Cênica, companhia teatral fundada em São José do Rio Preto em 2007. Além de possibilitar a circulação de espetáculos de artes cênicas e a formação de público, o evento busca criar um espaço de troca e reflexão sobre a arte.

A primeira edição da MOSTRA CÊNICA foi realizada em parceria com o Sesc Rio Preto, com a apresentação de cinco espetáculos de seu repertório. Com o tema RESISTÊNCIAS, a segunda edição, em 2017, marcou os 10 anos da Cia. Cênica, contando com público de aproximadamente 5,5 mil pessoas em cinco dias. A programação envolveu 22 apresentações, sete atividades formativas e programação musical no bar cultural. A edição 2017 foi realizada junto com o Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Cultura, por meio do ProAC, na modalidade Editais, em parceria com a Prefeitura de Rio Preto, Sesc Rio Preto e Cursinho Alternativo, e com vários apoiadores.

Mais informações sobre a MOSTRA CÊNICA RESISTÊNCIAS estão disponíveis no site http://ciacenica.com.br/sit/mostracenicaresistencias/ e nos perfis @cia.cenica (Facebook) e @ciacenica (Instagram).

0 Comments

Leave a reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.