S Ã O  P A U L O

16/03 – 20h | Instituto Cultural Samba Autêntico

Fundado em 13 de Maio de 1999 por um grupo de jovens sambistas, compositores e pesquisadores, o Instituto Cultural Samba Autêntico foi idealizado para pesquisar, cultuar e difundir a história do samba, em particular o samba paulista. Ao longo desses anos muitas atividades ligadas diretamente à preservação da história do samba foram desenvolvidas em vários espaços e pontos culturais da cidade de São Paulo. Atualmente, o Instituto está coordenando, em parceria com as ONG’s Sambatá e Kolombolo Diá Piratininga Resistência Cultural, o projeto “Memória do Samba Paulista”, uma coleção de 12 doze discos com sambas inéditos dos sambistas das Velhas Guardas de São Paulo como a Velha Guarda da Peruche, a Velha Guarda da Nenê de Vila Matilde, as Tias Baianas Paulistas, a Embaixada do Samba, dentre outros. Com a conquista de sua própria sede social situada à Rua Icatuaçu, 157, no bairro Freguesia do Ó, o Samba Autêntico desenvolve diversos projetos socioculturais.

O Instituto Cultural Samba Autêntico é parceiro do Projeto Virado à Paulista!

Acompanhe abaixo os registros deste encontro e deixe seu comentário no fim da página.

Imagens captadas/editadas por Felipe Preto, Vladimir Banhara e Cia. Cênica.

2 Comments

  1. Marcia Morelli 4 de Abril de 2018

    Após 3 anos circulando com a peça Virado à Paulista com a Companhia Cênica, a escolha das cidades para este projeto que tem o apoio do ProAC foi crucial. Para minha humilde opinião o marco, o norte. Temos um divisor no espetáculo antes e depois dessa viagem. Em Sampa, na Freguesia do Ó, no reduto do Samba, do menor público recebemos o maior presente. A Urgência de escurecermos a história cedendo a fala aos donos de fato.

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  2. Simone Moerdaui 5 de Abril de 2018

    “Virado à Paulista” foi criado com amor e urgência. Amor pelas descobertas que fizemos sobre o samba paulista e seus griots. Urgência pela herança escravocrata que continua sujando nossas mãos brancas (sim, a grande maioria do elenco é branca). As duas questões são irmãs e, se não pudemos, ainda que ingenuamente, negar esse fato ao construir este trabalho, não podemos negá-lo ao levá-lo adiante perante tantas reivindicações legítimas feitas por negras e negros pensantes-pulsantes. Tivemos a sorte de encontrá-los nesta apresentação em São Paulo, em que nossa ingenuidade foi descortinada e a terrível herança revelada em elementos, símbolos e argumentos cênicos. “Sim, a questão do lugar de fala”! “Sim, a questão da reprodução de esteriótipos”! Alívio para alguns de nós. Resistência para outros. Respiramos. Ouvimos, como nos foi pedido. Refletimos junto. Reconhecemos. Agradecemos por nos ensinarem a olhar e ver e pensar este trabalho e a nós mesmos. E mãos à obra para reestruturar o espetáculo, pois precisamos continuar contando esta história, nos disseram. Mas por que nós? Porque somos privilegiados. Chegamos onde eles não chegam. Ainda.

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